
Por acreditar que os brasileiros não merecem os resultados ruins gerados pela atuação da maioria dos políticos e líderes nos altos escalões dos três poderes da República; por amar profundamente a cultura de minha terra natal; e por desejar — assim como tantos compatriotas — que o Brasil alcance finalmente a Ordem que seu povo merece, por meio de políticas que promovam equidade regional e criem condições para que todos possam se capacitar e, juntos, gerar o Progresso a que têm direito, conquistando com seu trabalho uma renda justa e um patrimônio próprio, livre da dependência de políticas assistencialistas que perpetuam a pobreza, foi criado o Projeto Brasil no Século 21.
Adalberto Vasconcelos de Araújo
Sou brasileiro e também possuo cidadania alemã. Desde 1983, vivo na Alemanha, onde estudei Administração de Empresas e me especializei em Sistemas de Informação Empresarial, Marketing e Política de Transportes na Universidade de Würzburg, na Baviera. Após uma carreira profissional como Business Development Manager em empresas globais como SAP e GE Capital, estou agora me preparando para a fase de aposentadoria. No entanto, não pretendo me aposentar no sentido tradicional — estou me reinventando na minha primeira profissão, que originalmente me trouxe para a Alemanha em 1983: o jornalismo.
Não sou de ficar parado. Paralelamente à minha carreira principal, atuei como professor universitário de Sistemas de Informação Empresarial e Marketing em diversas Universidades de Ciências Aplicadas na Alemanha (Darmstadt, Fulda, Worms e Iba-Darmstadt) de forma contínua entre 2002 e 2020. Além disso, atuei como juiz leigo (Schöffe) no tribunal distrital da minha cidade (Offenbach) e, por quase dez anos, fui vice-presidente do Grupo de Trabalho de Migração e Diversidade de um partido político que faz parte da coalizão do atual governo federal alemão.
Atualmente, trabalho como lobbyista no Parlamento Federal Alemão (Bundestag), atuando pela melhoria dos direitos do consumidor.
O Brasil que insiste em desrespeitar seus trabalhadores
Após concluir meus estudos na Alemanha, retornei ao Brasil em 1992 com a esperança de encontrar um país mais justo e promissor. Em Belo Horizonte (MG) e São Paulo (SP), procurei dar continuidade à minha carreira profissional. Mas rapidamente percebi que o Brasil continuava refém das mesmas injustiças que, anos antes, me haviam obrigado a partir em 1983 — injustiças que, ainda hoje, no século XXI, fazem com que cerca de 67% dos brasileiros entre 16 e 35 anos sonhem em deixar o país em busca de melhores oportunidades.

A Alemanha – um país 24 vezes menor que o Brasil, com território, mercado interno e recursos naturais limitados – é um fenômeno extraordinário. Mesmo após ter sido completamente destruída em 1945, conseguiu se reerguer como a maior potência econômica da Europa e uma das maiores do mundo, além de ter construído um dos sistemas democráticos mais solidários do planeta.
A Alemanha possui um povo profundamente leal a tudo o que é alemão e, sobretudo, ao seu Estado — que, por sua vez, não apenas dentro de suas fronteiras, realmente respeita, valoriza e empodera os alemães e seus descendentes. Em contrapartida, os alemães e seus descendentes, tanto na Alemanha quanto no exterior, colocam a Alemanha e sua cultura em primeiro lugar, contribuindo continuamente para o fortalecimento de sua nação.
No Brasil, ao contrário, desde 1922 observa-se um processo extremamente lento e resistente de valorização do próprio brasileiro. Essa mudança, entretanto, muitas vêzes, não se deu por iniciativa do Estado, mas pela força da massa popular, que, com sua criatividade e vitalidade cultural — especialmente visível no exterior, onde muitos brasileiros se refugiavam das consequências negativas das ações dos três poderes do seu Estado — despertou na nova terra em que passaram a morar a admiração por elementos autênticos da cultura popular. Esse movimento acabou influenciando o Estado brasileiro a reconhecer e valorizar manifestações que hoje se tornaram motivo de orgulho nacional.
Apesar disso, o cidadão brasileiro ainda é tratado como uma espécie de “entulho social”, massa de manobra eleitoral, a quem não se permite progredir plenamente no nível que uma moderna democracia exige. Falta-nos a estrutura institucional que garanta a Ordem capaz de permitir ao Brasil desenvolver-se econômica e socialmente em harmonia com o vasto potencial humano e natural que possui.
Meu objetivo não é apenas apontar problemas e criticar, mas também contribuir ativamente para suas soluções
A democracia cumpre seu verdadeiro propósito apenas quando orientada pela dignidade do indivíduo, pois uma sociedade é formada por todos os seus cidadãos. Por isso, empenho-me para que todos os brasileiros, independentemente de seu status social ou riqueza, reconheçam e assumam sua responsabilidade democrática, participando ativamente da transformação da sociedade. Hoje, a vasta maioria já se encontra em condições de exercer plenamente seu papel democrático, mesmo diante de um Estado que frequentemente prefere dificultar essa evolução.
O Estado brasileiro pertence a todos os brasileiros, e ele não pode mais ser usado como instrumento para a alavancagem econômico-financeira, jurídica e social de poucos, enquanto a grande maioria sofre as consequências dos maus resultados do trabalho de seus três poderes. Muitos desses problemas são criticados e refletidos nesta página de internet do projeto brasilsec21-582m9suapt.live-website.com/
O fracasso político, o abuso de poder por atores influentes e economicamente poderosos, assim como a corrupção, afetam a vida negativamente de todos, mesmo quando não há uma vítima direta. Em contraste, o engajamento coletivo, apoiado por um Estado eficaz, pode gerar mudanças positivas sustentáveis. Para isso, é crucial monitorar os resultados do trabalho das três poderes do Estado e questionar seu impacto na qualidade de vida dos cidadãos.
Uma cidadania esclarecida, informada e capaz de agir pelo bem coletivo constitui sempre a base de uma democracia sustentável. Já está passando da hora de fazer nossa democracia funcionar de fato — para o nosso próprio bem dentro desse maravilhoso país que é o Brasil.
O projeto Brasil no Século 21 busca alcançar esse ideal: lutar para que os brasileiros tenham um Estado justo, respeitador dos direitos democráticos e verdadeiramente empoderador dos brasileiros.
Um grande ideal? Talvez. Mas longe de ser uma utopia.
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Você não precisa divulgar o projeto Brasil no Século 21 em si, mas sim os objetivos que queremos alcançar juntos.
A mudança começa em cada indivíduo — ou seja, começa com você também.

O combate impidoso a corrupção precisa ser nosso principal foco, pois corrupção é o maior mal do Brasil. Se ela for eliminada, teremos imediatamente a Ordem que nos possibilitará o Progresso econômico, social e cívico que merecemos.
Precisamos de virtude (>>>) para geramos políticos com virtude e assim realizarmos o antigo sonho de Ordem e Progresso antes que destruam os potenciais do Brasil.
O projeto Brasil no Século 21 não quer contribuição em dinheiro. Ele precisa de seu poderoso apoio democrático individual para fortalecer as chances de alcançarmos o principal objetivo do projeto: combater a corrupção inpiedosamente>>>.



